Primeiro capítulo
Quando eu acordei hoje, fiquei procurando minha cadeira de rodas. Era minha primeira manhã sem ela. Eu pude sentir o que era 'levantar da cama'. Isso é ótimo! Fiquem semanas em tratamento para conseguir fazer isso. Valeu a pena. Na verdade, era minha primeira manhã andando, aprendi a andar ontem á tarde. Acordei eram 5:50. Tenho costume de acordar cedo. Eu tomo banho, faço minhas higienes e estudo. Quando acabo de estudar, eu ia de cadeira de rodas para a escola, que é pertinho da minha casa. AGORA, EU VOU ANDANDO! Enfim, tomei meu banhode pé vesti minha clássica roupa (suéter de algodão de manga curta, gravatinha borboleta, calça um pouco apertada de moletom e sapatos sociais cor marrom), escovei os dentes, arrumei o cabelo, e puis meu óculos. Tomei café da manhã, escovei os dentes e fui estudar. Então, fui a casa da Babi (Bárbara). Ela me viu mais alto, olhou para as minhas pernas, sorriu alegremente e me abraçou.
Bárbara: L-lu? Meu deus. Graças a deus. Como você fica bem de pé!
Babi realmente não sabia o que falar.
Luccas: Vamos.
Bárbara: Claro! Se não irmos, chegaremos atrasados.
Então nós fomos. Chegando lá, Mercedes me chamou para um lugar que eu não sabia aonde. Avisei a babi e fui. Entrei numa sala com um sofá enorme, uma poltrona, uma mesa e um vaso de flores. Ela tirou seu colete preto, e sensualmente tirou a camiseta baby loock. Os meus olhos grudaram nos seios enormes dela. Ela abriu o sutiã pela frente. Dois seios enormes pularam para fora.
Mercedes: Vem cá, gostosão.
Ela apertou os seios. Mercedes caminhou em minha direção com aqueles seios saltitantes.
Luccas: Sexo?
Mercedes: O que acha. Resiste a esses peitos? Você ainda não viu o resto.
Luccas: Não posso, pare por favor.
Mercedes: Não pode mas vai. Você vai gostar.
Mercedes tinha dito aquilo caminhando. Quando terminou de falar. Seus seios encostaram em Luccas Fernando.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O faz de conta que acontece.
Às vezes elas podem estar perto, às vezes elas podem estar longe... Às vezes elas estão do nosso lado e não enxergamos. É tão irônico essas coisas de amor, de amar.
É muito imprevisível as voltas que a vida dá, hoje estou aqui, amanhã posso estar lá e por ai vai, e as vezes conseguimos ser racionais, conseguimos seguir a cabeça, mas aí vem as ironias...
Como é irônico o jeito que a vida te trás pra perto de mim, como é irônico o modo que ela te trouxe até a mim e o modo que ela te tira de mim.
E então nós pensamos, agimos, nos revoltamos e nos acalmamos... Por muitas vezes entramos em contradição, mas sempre acabamos aceitando o fato de que tudo isso é irônico, doido, falso, verdadeiro imprevisível...
Mas aceitamos, porque faz parte do mundo, essas ironias da vida.. Essas ironias do amor.
Camila - Sai daqui Edu, eu não quero que você me veja assim, sai
Edu - Ei, ta pensando o que?Que pode me dispensar é? Você casou comigo agora vai ter que me aguentar, vou ficar aqui quer você queira ou não. Ei, olha pra mim, olha. Eu te amo Camila, isso tudo vai passar amor, cair o cabelo faz parte do tratamento a gente já sabia que isso ia acontecer. Você foi muito corajosa de raspar logo e eu to muito orgulhoso de você viu? Sua força, sua iniciativa, to muito orgulhoso da mulher que eu tenho.
Camila - Você vai continuar gostando de mim mesmo sem cabelo?
Eu: - Me empresta a tarefa?
Amigo: - Eu nem fiz, vou levar bilhete.
Eu: - Não acredito, seu fracassado, fica o dia inteiro em casa sem fazer nada, e nem pra fazer a tarefa pra me emprestar depois.
Amigo:
Mãe: CADÊ O BEBÊ LINDO DA MAMÃE?!
Eu: To aqui mãe!!
Mãe: Ah, oi pra você também filho, você viu o cachorro?
KKKKKKKKKKK
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